Índice
- O Que Causa o Mofo-Branco nas Culturas Agrícolas?
- O Ciclo de Vida do S. sclerotiorum
- Mofo-Branco na Cultura da Soja
- Mofo-Branco na Cultura do Feijoeiro
- Mofo-Branco na Cultura do Algodão
- Mofo-Branco na Cultura do Girassol
- Mofo-Branco na Cultura do Amendoim
- Mofo-Branco na Cultura da Canola
- Medidas de Manejo do Mofo-Branco
- Conclusão
- Glossário
- Como simplificar o controle do mofo-branco e proteger seu lucro
- Perguntas Frequentes
- Artigos Relevantes
O mofo-branco é uma daquelas doenças que, ano após ano, causam dores de cabeça e prejuízos significativos na lavoura. Esse problema ataca diversas culturas importantes, como soja, feijão, girassol e algodão.
Na soja, por exemplo, o impacto é impressionante: a doença pode levar a perdas de até 70% na produtividade.
Um dos maiores desafios do mofo-branco é que o fungo causador cria estruturas de resistência, chamadas escleródios, que sobrevivem no solo por muitos anos. Por isso, é fundamental tanto evitar que o fungo chegue à sua área quanto saber como manejá-lo corretamente se ele já estiver presente.
Neste guia, vamos detalhar as características da doença, seu ciclo de vida e, o mais importante, as melhores formas de manejo para proteger sua lavoura.
O Que Causa o Mofo-Branco nas Culturas Agrícolas?
O mofo-branco, também conhecido como podridão-de-Sclerotinia, é causado principalmente pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum. Ele é um inimigo poderoso, capaz de gerar perdas enormes na produtividade de culturas de grande valor econômico.
O fungo é extremamente versátil, com registros de ataque em mais de 400 espécies de plantas. Basicamente, ele ataca quase tudo, com exceção das gramíneas (como milho, trigo e pastagens). Sua presença é registrada em diversas regiões agrícolas do mundo.
As condições ideais para o mofo-branco são alta umidade e temperaturas amenas. Isso faz com que áreas irrigadas sejam especialmente vulneráveis, pois o ambiente úmido favorece o desenvolvimento do fungo.
Os sintomas são fáceis de reconhecer:
- Inicialmente, surgem lesões com aparência encharcada nas folhas, hastes ou flores.
- Com o avanço da doença, cresce um mofo branco de aspecto algodoado (micélio) sobre essas lesões.
- Depois de um tempo, formam-se os escleródios.
Escleródios: são as estruturas de resistência do fungo, funcionando como “sementes” que garantem sua sobrevivência no solo. São formados por um emaranhado de hifas (filamentos do fungo).
A formação dos escleródios acontece quando os nutrientes no local começam a acabar. Eles têm formato irregular e medem poucos milímetros. No início, são brancos, mas depois se tornam escuros e rígidos, devido ao depósito de melanina, uma substância que os protege.
Esses escleródios são o grande problema, pois podem permanecer vivos no solo por muitos anos. Estudos indicam que eles sobrevivem por até 10 anos, dependendo das condições do ambiente. Isso garante a sobrevivência do fungo na área de cultivo, mesmo durante a entressafra.
Como o S. sclerotiorum se Espalha?
A disseminação do fungo ocorre de várias formas, exigindo atenção redobrada do produtor. Os principais vetores são:
- Sementes Contaminadas: O fungo pode vir junto com as sementes, seja na forma de escleródios misturados ao lote ou como micélio dormente dentro da própria semente.
- Solo Infestado: O solo que já contém escleródios é uma fonte contínua de infecção.
- Máquinas e Implementos Agrícolas: Tratores, colheitadeiras e outros equipamentos sujos com terra de áreas contaminadas podem facilmente transportar o fungo para áreas limpas.
- Água: A água de irrigação ou da chuva pode carregar os escleródios de um ponto a outro da lavoura.

Entender essas formas de disseminação é o primeiro passo para definir as medidas de manejo da doença, como veremos mais adiante.
O Ciclo de Vida do S. sclerotiorum
Para combater o inimigo, é preciso conhecer seu ciclo de vida. Os escleródios presentes no solo podem germinar de duas maneiras diferentes:
1. Germinação Carpogênica (Típica em Soja e Feijão)
Neste processo, o escleródio forma uma estrutura chamada apotécio, que se parece com um pequeno cogumelo de cor alaranjada.
- Apotécio: funciona como uma plataforma de lançamento para os esporos do fungo.
- Dentro do apotécio, são produzidos os ascósporos (esporos), que são liberados no ar.
- O vento carrega esses esporos para outras plantas na mesma área ou em talhões vizinhos, onde eles germinam e iniciam uma nova infecção.
2. Germinação Micelogênica (Comum em Girassol)
Aqui, o escleródio germina diretamente, produzindo hifas (filamentos) que crescem no solo.
- Essas hifas primeiro colonizam a matéria orgânica e depois infectam a parte da planta que está em contato com o solo, como a base do caule.
- Nesse tipo de germinação, não há formação de esporos que são levados pelo vento.
Conhecer esse ciclo ajuda a entender por que certas práticas de manejo, como o uso de palhada, são tão importantes.
Agora, vamos ver como a doença se manifesta em algumas das principais culturas agrícolas.
Mofo-Branco na Cultura da Soja
Na safra 2017/18, o mofo-branco foi um dos grandes vilões da produtividade na região Sul do Brasil. Estima-se que hoje cerca de 10 milhões de hectares de soja no país estejam infestados pelo fungo, com perdas que podem chegar a 70%.
O fungo pode atacar qualquer parte da planta, mas é mais comum nas flores, pecíolos e ramos. Os sintomas começam com manchas encharcadas que se tornam castanhas, cobertas pelo típico mofo branco algodoado. Com o tempo, os escleródios se formam na superfície e também dentro das hastes e vagens.
A fase de maior vulnerabilidade da soja é da floração à formação de vagens (estádios R1 a R4).
As sementes infectadas ficam menores, enrugadas e com uma coloração diferente da normal.
Controle de Mofo-Branco em Soja
O controle químico é uma ferramenta importante, mas sua eficiência depende criticamente do momento da aplicação. O objetivo é proteger as flores e atingir as partes mais baixas da planta e a superfície do solo.
- Primeira Aplicação: Deve ser feita no início do florescimento, no estádio R1 da soja.
- Segunda Aplicação: Realizada cerca de 15 dias após a primeira, para manter a proteção durante o período crítico.
Os principais fungicidas utilizados incluem ingredientes ativos como Fluazinam, Procimidona, Carbendazin e Tiofanato Metílico + Fluazinam. Lembre-se sempre de verificar o registro do produto para a cultura.
Mofo-Branco na Cultura do Feijoeiro
No feijão, o mofo-branco é uma das doenças mais agressivas, com perdas que podem superar 60% se o manejo falhar.
A doença é especialmente problemática durante o florescimento. Os esporos (ascósporos) carregados pelo vento pousam nas pétalas das flores, que são uma excelente fonte de energia para o fungo germinar. Quando essas pétalas caem sobre as folhas, hastes ou no solo, iniciam o ciclo da doença na planta.
Os sintomas são os mesmos: lesões encharcadas de cor castanha, cobertas pelo micélio branco e, posteriormente, a formação de escleródios.
Mofo-Branco na Cultura do Algodão
A doença no algodoeiro é mais comum em áreas irrigadas, principalmente quando há cultivo de soja ou feijão na rotação. Climas com temperatura amena e alta umidade também criam o cenário perfeito para o fungo.
Os sintomas aparecem nas folhas, hastes e maçãs, geralmente começando na parte de baixo da planta (baixeiro). Surgem lesões aquosas que desenvolvem o mofo branco, seguido pela formação de escleródios. Durante a floração, a disseminação é mais rápida, pois as flores servem de alimento para o fungo.
Mofo-Branco na Cultura do Girassol
No girassol, a doença é chamada de podridão branca e é considerada o problema mais sério para a cultura em nível mundial. Se o ataque ocorrer na fase de plântula, pode causar a morte e criar falhas no estande.
A doença pode se manifestar de três formas diferentes:
- Podridão basal: A planta murcha e surge uma lesão marrom e mole na base do caule. Com umidade, o micélio branco aparece.
- Podridão no meio da haste: Os sintomas são parecidos, com escleródios se formando dentro e fora da haste.
- Podridão do capítulo: Começa com lesões pardas e encharcadas na flor (capítulo). O fungo pode destruir toda a estrutura floral e formar muitos escleródios em seu interior.
Mofo-Branco na Cultura do Amendoim
A doença no amendoim pode ser causada tanto pelo S. sclerotiorum quanto pelo Sclerotinia minor. As perdas podem passar de 50%. Os sintomas seguem o padrão: lesões encharcadas que, em períodos úmidos, desenvolvem o micélio branco e os escleródios.
Mofo-Branco na Cultura da Canola
Também conhecida como podridão branca, é uma das principais doenças da canola no Brasil. Os sintomas são um apodrecimento seco no caule e na haste. Com o avanço, os tecidos ficam marrons, cobertos pelo mofo branco e com escleródios. Plantas atacadas perdem folhas, amadurecem antes da hora e podem produzir sementes chochas.
Medidas de Manejo do Mofo-Branco
O controle do mofo-branco é difícil, pois o fungo produz estruturas de resistência (escleródios) e ataca muitas culturas. Portanto, a primeira regra é: evite a entrada do fungo na sua área.
Até o momento, não existem variedades totalmente resistentes. O que temos são cultivares com resistência parcial. O manejo deve ser integrado, combinando várias estratégias.
Lembre-se: os fungicidas possuem registros específicos para cada cultura. Verifique sempre antes de usar.
Medidas Preventivas (Barreiras de Entrada)
- Use Sementes Sadias e Certificadas: Essa é a principal porta de entrada. Exija sementes livres de escleródios e de micélio interno.
- Limpeza de Máquinas e Equipamentos: Limpe colheitadeiras, tratores e implementos ao mudar de um talhão contaminado para um limpo.
Práticas Culturais (Manejo do Ambiente)
- Rotação de Culturas com Gramíneas: Cultive espécies que não são hospedeiras, como milho, sorgo ou pastagens, para quebrar o ciclo do fungo.
- População de Plantas Adequada: Evite plantios muito adensados. Espaçamentos maiores melhoram a aeração e reduzem a umidade, desfavorecendo o fungo.
- Cultivo sobre Palhada de Gramíneas: A palha funciona como uma barreira física, dificultando a germinação dos escleródios e o contato do fungo com a planta.
- Escolha da Época de Plantio: Se possível, evite que os estágios mais vulneráveis da cultura (como a floração) coincidam com períodos de alta umidade.
- Escolha de Cultivares: Prefira variedades com arquitetura de planta mais “aberta”, que permite maior circulação de ar.
- Sistema de Plantio Direto: Pode reduzir a incidência da doença ao dificultar o contato da planta com o solo contaminado.
Controle Direto (Ações Específicas)
- Tratamento de Sementes: Use fungicidas específicos para proteger as sementes e plântulas nos estágios iniciais.
- Controle Biológico: Existem microrganismos antagonistas, como o Trichoderma, que podem ser usados para controlar o S. sclerotiorum.
- Controle Químico (Fungicidas): Aplique fungicidas de forma preventiva nos momentos de maior risco, conforme a recomendação para cada cultura.
- Eliminar Plantas Invasoras: Muitas plantas daninhas também são hospedeiras do fungo e devem ser controladas.
Para consultar os produtos registrados, acesse o site do Agrofit. Para a recomendação de produtos e doses, procure sempre um Engenheiro Agrônomo.
Eficiência de Fungicidas para Controle do Mofo-Branco
A Embrapa realiza pesquisas constantes sobre a eficiência de fungicidas. Os resultados abaixo, da safra 2017/18 para a soja, podem ajudar na escolha do produto mais adequado.
Ao analisar a tabela, compare sempre os resultados dos tratamentos com a “Testemunha”, que é a área que não recebeu aplicação de fungicida.
Lembre-se que a melhor medida de manejo é a prevenção.
Para um manejo realmente eficaz, você deve combinar várias dessas medidas. A chave do sucesso está em integrar as práticas de manejo!
Conclusão
O mofo-branco é um adversário sério para diversas culturas agrícolas, capaz de causar grandes perdas de produtividade.
Neste artigo, vimos os principais sintomas, o ciclo de vida do fungo, as condições que o favorecem e como ele se espalha. Também detalhamos diversas estratégias de manejo, que devem ser usadas de forma integrada para um controle efetivo.
Lembre-se sempre: a prevenção da entrada do fungo na sua área é a melhor e mais barata estratégia!
Com essas informações em mãos, você está mais preparado para proteger sua produção. Bom manejo

Glossário
Apotécio: Estrutura reprodutiva em forma de taça ou pequeno cogumelo, que se desenvolve a partir de um escleródio. É responsável por produzir e liberar os esporos (ascósporos) que infectam as plantas pelo ar.
Ascósporos: Esporos microscópicos do fungo, liberados pelo apotécio. Funcionam como “sementes” que são transportadas pelo vento e, ao pousarem nas flores ou folhas, iniciam a infecção da doença.
Entressafra: Período entre a colheita de uma safra e o plantio da safra seguinte. Para o mofo-branco, este é o período em que as estruturas de resistência (escleródios) sobrevivem no solo, aguardando condições favoráveis para germinar.
Escleródios: Estruturas de resistência do fungo, de cor escura e aspecto rígido, formadas por um emaranhado de filamentos (hifas). São a principal forma de sobrevivência do mofo-branco no solo, podendo permanecer viáveis por mais de 10 anos.
Germinação Carpogênica: Tipo de ciclo do fungo em que o escleródio no solo germina e forma um apotécio. Este, por sua vez, libera ascósporos no ar, que são a principal fonte de infecção para culturas como soja e feijão.
Micélio: Parte vegetativa do fungo, visível como uma massa de filamentos brancos e de aspecto algodoado sobre as partes infectadas da planta. É o sintoma mais característico que dá o nome de “mofo-branco” à doença.
Sclerotinia sclerotiorum: Nome científico do fungo causador da doença conhecida como mofo-branco ou podridão-de-Sclerotinia. É um patógeno que ataca uma vasta gama de culturas, com exceção das gramíneas.
Como simplificar o controle do mofo-branco e proteger seu lucro
O manejo integrado do mofo-branco, como vimos, envolve uma série de estratégias que precisam ser coordenadas com precisão, desde a rotação de culturas até a aplicação de fungicidas na janela correta. Controlar todas essas frentes e, ao mesmo tempo, entender o impacto financeiro de cada decisão é um dos maiores desafios do produtor.
É aqui que a tecnologia se torna uma grande aliada. Um software de gestão agrícola como o Aegro permite planejar e registrar todas as atividades no campo, garantindo que as pulverizações sejam feitas no momento ideal para máxima eficácia. Além disso, o sistema conecta essas operações aos custos de produção, mostrando exatamente quanto está sendo investido no controle da doença e ajudando a avaliar se o tratamento está valendo a pena.
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Perguntas Frequentes
Por que a rotação de culturas com gramíneas como milho e sorgo é tão importante para o manejo do mofo-branco?
A rotação com gramíneas é crucial porque o fungo Sclerotinia sclerotiorum não ataca essas plantas. Ao cultivar uma cultura não hospedeira, você interrompe o ciclo de vida do fungo, fazendo com que muitos escleródios (suas estruturas de resistência) percam a viabilidade no solo por falta de alimento, reduzindo a pressão da doença para a safra seguinte.
É possível eliminar completamente os escleródios do solo uma vez que a área está infestada?
Não, atualmente não é possível erradicar 100% dos escleródios de uma área infestada, pois eles podem sobreviver no solo por mais de 10 anos. O objetivo do manejo integrado é reduzir a quantidade e a viabilidade dessas estruturas a níveis que não causem danos econômicos, combinando diversas práticas de controle.
Qual é o período mais vulnerável da soja ao mofo-branco e quando devo aplicar fungicidas?
O período de maior risco para a soja é durante a fase reprodutiva, especialmente da floração (estádio R1) até a formação de vagens (R4). As aplicações de fungicidas devem ser preventivas, com a primeira recomendada no início do florescimento (R1), visando proteger as flores, que são a principal porta de entrada para o fungo.
Como a palhada no sistema de plantio direto ajuda a controlar o mofo-branco?
A palhada de gramíneas atua como uma barreira física sobre o solo. Ela dificulta a germinação dos escleródios e o desenvolvimento dos apotécios (estruturas que liberam os esporos no ar). Além disso, a cobertura do solo ajuda a criar um microclima menos úmido na base da planta, desfavorecendo a infecção.
Além das sementes contaminadas, qual outra fonte de disseminação do mofo-branco merece atenção especial?
A limpeza de máquinas e implementos agrícolas é fundamental. Tratores e colheitadeiras que operam em áreas contaminadas podem facilmente transportar terra com escleródios para talhões limpos. A limpeza cuidadosa dos equipamentos antes de mudar de área é uma das principais medidas para evitar a entrada da doença.
Existem variedades de soja ou feijão totalmente resistentes ao mofo-branco?
Atualmente, não existem variedades comerciais que sejam completamente imunes ao mofo-branco. O que há no mercado são cultivares com diferentes níveis de tolerância ou resistência parcial, que podem adoecer menos ou sofrer menores perdas de produtividade. A escolha de um cultivar adequado deve ser parte de um manejo integrado, e não uma solução isolada.
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