Raleio de Pêssego, Ameixa e Nectarina: Guia Prático [2025]
Aprenda a técnica do raleio em pêssegos, ameixas e nectarinas para aumentar o tamanho dos frutos, evitar quebra de galhos e garantir safras futuras mais lucrati
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No contexto agronômico, os termos damasco (Prunus armeniaca) e pêssego (Prunus persica) referem-se a duas espécies distintas de árvores frutíferas, mas que pertencem ao mesmo gênero botânico (Prunus) e à mesma família (Rosaceae). No agronegócio brasileiro, essas culturas são frequentemente agrupadas e estudadas em conjunto dentro da fruticultura de clima temperado, sendo popularmente conhecidas como “frutas de caroço” (drupas).
No Brasil, o cultivo do pessegueiro é amplamente difundido, concentrando-se principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Graças aos intensos programas de melhoramento genético, hoje existem cultivares de pêssego adaptadas a regiões de menor acúmulo de frio, expandindo a fronteira agrícola da cultura. Já o damasco possui uma exigência climática muito mais restrita e específica, demandando um número elevado de horas de frio e sendo altamente sensível a geadas tardias, o que torna seu cultivo comercial no Brasil um desafio técnico voltado a microclimas específicos, geralmente em altitudes elevadas no Sul do país.
Apesar das diferenças de adaptabilidade climática, o manejo de pomares de damasco e pêssego (assim como ameixas e nectarinas) compartilha os mesmos princípios agronômicos. Ambas as culturas exigem intervenções manuais rigorosas para garantir a rentabilidade, como a poda de inverno para formação e frutificação, e o raleio (ou desbaste) de frutos. Sem essas práticas, as plantas tendem ao esgotamento energético, resultando em safras de baixa qualidade comercial e comprometendo a longevidade do pomar.
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