Milho: Guia Completo do Plantio à Colheita para Máxima Produtividade
O **milho** é um dos principais cultivos no Brasil e no mundo. Além de ser essencial na **alimentação humana e animal**, é uma fonte de renda para os produtores
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A helmintosporiose do milho, causada pelo fungo Exserohilum turcicum (anteriormente conhecido na literatura agronômica como Helminthosporium turcicum), é uma das doenças foliares mais severas e frequentes nas lavouras brasileiras. Ela ataca diretamente a área foliar da planta, comprometendo a capacidade fotossintética do milho e, consequentemente, reduzindo drasticamente o peso e o enchimento dos grãos. Além disso, a perda severa de área foliar predispõe a planta a outros problemas secundários, como a podridão de colmo, devido à remobilização excessiva de nutrientes das hastes para as espigas.
No cenário agrícola do Brasil, essa doença ganha destaque especial nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sendo uma preocupação constante tanto na safra de verão quanto na safrinha (segunda safra). O fungo encontra condições ideais para proliferação em ambientes com temperaturas amenas (variando entre 18°C e 27°C) e alta umidade relativa do ar. Esses cenários são muito comuns em plantios de segunda safra, em áreas de baixada com acúmulo de neblina ou em regiões de altitudes mais elevadas.
A importância prática de monitorar e controlar a helmintosporiose reside no seu alto potencial de dano econômico para o produtor rural. Se a infecção ocorrer precocemente, antes ou durante o período de pendoamento, e não for controlada adequadamente, as perdas de produtividade podem ultrapassar a marca de 50%. Portanto, o manejo integrado e o diagnóstico rápido no campo são essenciais para garantir a rentabilidade e a segurança da lavoura.
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